A REQUALIFICAÇÃO DO SÍTIO ROBERTO BURLE MARX

contada pelos profissionais envolvidos

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Localizado na Zona Oeste do Rio de Janeiro, em Barra de Guaratiba, o Sítio Roberto Burle Marx abriga enorme acervo botânico e de artes visuais, incluindo gravuras, móveis, cerâmicas, tapeçarias, murais, painéis de azulejos, cenários, figurinos, obras de mestres consagrados e do antigo morador do endereço. Após a morte do artista e paisagista, em 1994, a área de mais de 400 mil metros quadrados passou a ser administrada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Durante o tempo em que viveu no Sítio, entre 1973 e 1994, Burle Marx fez questão de estabelecer uma relação próxima com os moradores locais. As portas viviam abertas para recebê-los, assim como fazia com os amigos artistas.

O paisagista cultivava plantas tropicais e subtropicais que hoje somam 3.500 espécies espalhadas pelo local. Além do trabalho botânico, Burle Marx produzia arte de todos os tipos: esculturas, quadros, figurinos, cenários, desenhos de joias, cerâmicas e tapeçaria.

Em novembro de 2020, esse incrível espaço comemora a conclusão de seu projeto de requalificação, realizado para renovar a exposição de longa duração, estruturar o programa educativo, aperfeiçoar as condições de acessibilidade, potencializar as iniciativas de pesquisa e educação e, por meio de tudo isso, ampliar o acesso do público à obra de Roberto Burle Marx.

Os trabalhos para requalificação começaram em outubro de 2018 e foram realizados em parceria com o Intermuseus, com apoio financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Em 2020, esta grande obra de Burle Marx está em processo de reconhecimento, pela Organização das Nações Unidas, como Patrimônio Mundial.

Acompanhe as entrevistas a seguir com parceiros do Intermuseus no processo de Requalificação, em suas diferentes áreas.

 

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